Sorrir com dente é tranquilo…quero ver sorrir banguela…

Vale lembrar, que além de subsecretária de Turismo, em Rio das Ostras, na atual gestão, a tal Valéria Pinheiro (amiga íntima do prefeito Sabino) foi jornalista da Secom de Rio das Ostras durante os últimos …. ah, sei lá, 1000 anos! Excluí essa pessoa do meu perfil pessoal há um ano quando ela tb fez um comentário mais infeliz que este, o qual não vem ao caso revelar novamente agora. Desde quando jornalista ganha 10 mil reais, gente? Ela já ganhava na Secom!!!!

Valeu a crítica do Diário Riostrense! Bom senso até pros chapa branca?

Estou surpresa, mas não pasma.

Leiam:http://diarioriostrense.blogspot.com.br/2013/04/rio-das-ostras-ofender-concursados.html

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Mazinho, dono de gráfica e da editora Poema é o novo secretário de Comunicação Social de Rio das Ostras

Amigo íntimo do prefeito eleito em Rio das Ostras, Alcebíades Sabino, Osmar Soares, ou Mazinho, o dono de um pequeno conglomerado de empresas de comunicação da Região dos Lagos (sobretudo em Rio das Ostras) é o novo secretário de Comunicação Social do município. Mazinho enricou nos dois primeiros mandatos de Sabino e hoje é dono da gráfica e editora Poema e de muitas outras pequenas e médias empresas… eu mesma já trabalhei para ele. Foi em 2005 para a revista Tal, editada entre 2004 e 2007 se não me engano, já que a revista, assim como outros materiais editoriais impressos locais não tem periodicidade certa para sair.

Como eu, a maioria dos profissionais de comunicação da cidade de Rio das Ostras já passou por uma das empresas do Mazinho. Funciona como uma espécie de filtro onde ele escolta e escolhe quem seriamos ‘os bons jornalistas ‘para serem cooptados para o tipo de comunicação e de projeto de imprensa que têm em mente. Uma coisa horrorosa! Lembro-me que quando trabalhei para ele, meu salário nunca saia em dia… e pelo que escuto pela cidade de seus funcionários, até hoje ele os mantém no cabresto. Eu certamente ficarei de fora dessa boquinha, não é mesmo tio Mazinho?

Faço ideia de que não teremos bons ventos soprando a favor da imprensa livre em Rio das Ostras. Ao contrário, Mazinho deverá favorecer seus parceiros de imprensa. Ele foi o redator chefe de um dos primeiros jornais impressos de Rio das Ostras na contemporaneidade – o Umas e Ostras -, jornal na época totalmente chapa-branca e que ajudou muito o enriquecimento de seu proprietário.

A ver…

Candidato à prefeitura de Rio das Ostras dá entrevista em rádio local

LB

Entrevista de Sabino concedida hoje cedo a uma jornalista da rádio Estação 104 FM já está circulando na Internet. Para quem não conhece, Sabino se apresenta como servidor público, lembra de sua trajetória na política, que teve início quando da emancipação de Rio das Ostras, há 20 anos. Fala da politicagem que envolve o problema do abastecimento de água do município e diz que tem que se preparar para o futuro. Mais de 25 minutos de entrevista… com menos de 10 perguntas feitas pela jornalista, mas dezenas de muitas perguntas feitas pelos ouvintes, que participaram através do Facebook (será mesmo?), outros por telefone, e-mail… enfim, vale a pena escutar independentemente do destino que dará ao seu voto para prefeito de Rio das Ostras.

http://www.goear.com/listen/a2fd638/entrevista-do-sabino-no-programa-estacao-noticias-na-radio-estacao-104-fm-sabino-20

A cidadania do aplauso I

Por Leonor Bianchi

Findadas as festas de 20 anos de Rio das Ostras, voltamos à realidade. E que realidade o risotrense encara hoje? Que cenário se desvela nesta cidade linda, de natureza belíssima, de com quase 100 mil habitantes em um ano eleitoral? Vivemos a falácia de que Rio das Ostras é numa cidade pacificada, sem violência, onde a saúde e a educação funcionam, onde as pessoas têm emprego e expectativa de vida, onde a política pública da jovem cidade é feita de forma participativa, onde todos são felizes e vão à festa para juntos serem mais felizes e aparecerem sorrindo juntos nas galerias de fotografias (seriam colunas sociais?) da imprensa local.

Diria que para além do conceito de sociedade espetacular, ou sociedade do espetáculo, inserimo-nos, brasileiros, riostrenses, na sociedade do aplauso. Uma sociedade alienada no termo mais chulo que este possa vir a ter, onde os indivíduos não só não participam de absolutamente nada que envolva as decisões de escolha sobre sua vida, a de sua comunidade mais próxima, como tudo o que esse indivíduo conhece são os momentos de lazer e prazer. Uma sociedade afirmada sobre os pilares da cultura descartável, da cultura da promoção (da promoção individual), na qual quem tem mais poder são as celebridades, pois estas ganham destaque na TV, o grande poder político no Brasil. Hoje não só a TV exerce esse poder uma vez que nos surpreendemos com as possibilidades de convencimento para a venda através das redes sociais… estamos era das mídias digitais. A TV continua sendo o meio de maior penetração nas massas, e seu conteúdo (TV aberta) é cada vez mais vulgar, manipulador, e dominado por forças políticas.

Sentir prazer é melhor do que sentir angústia

Se eu fosse da área médica certamente saberia dizer agora como se dão esses processos bioquímicos no organismo humano para argumentar de maneira mais clara o que quero dizer. Além da endorfina, muitas outras enzimas são produzidas no organismo do ser humano no momento da festa, do delírio, do êxtase.

Desde a Grécia Arcaica tomamos pileques homéricos (naquele tempo vinho… hoje o brasileiro proletário bebe cachaça e aos domingos se dá ao luxo de beber uma cervejinha). Era e é necessário (também) ao indivíduo estar entorpecido para suportar a realidade, as chagas, as penas legais, a própria lei, a si mesmo e sua natureza.

Sob a luz da psicologia junguiana os arquétipos do homem, os comportamentos arquetípicos são a base para a compreendermos a narrativa, a trajetória do homem ao longo da história da humanidade, seja no mundo ocidental ou oriental. Mas, também, a elaboração dos arquétipos, sua ‘evolução’ para um outro arquétipo ‘mais evoluído espiritualmente’, socialmente seria o grande desenlace do mistério da vida. Ao indivíduo moderno sobrou o rito à inércia mental e as festas como sendo sua única forma de interagir com o meio ambiente, com outros indivíduos, com os animais, com sigo mesmo e com o divino. A questão é que o indivíduo moderno apenas quer ritualizar, ritualizar, ritualizar. E seus mitos são as celebridades da novela, os cantores sertanejos, os missionários religiosos e os políticos que apadrinham (estes teriam o mesmo status da celebridade na TV dado o seu poder na hierarquia social do grupo).

Não se trata mais nem de se embriagar numa parúsia dionisíaca tampouco de reatualizar um mito cosmogônico. Festeja-se o compartilhamento do viver por viver, só. Sem mais questionamentos segue o povo brasileiro, e nessa leva, os riostrenses.

Mas… será que viver ‘éter na mente’ com a sensação de prazer não seria o sinal de um quadro de esquizofrenia social? Na sociedade do aplauso as pessoas negam-se a admitir suas realidades, não enfrentam suas próprias problemáticas e cada vez mais vivem num mundo fantástico; o mundo do futebol, das novelas, do cinema. Vivem (n)um simulacro. Sobre o teatro… para que confrontar-se-iam esses indivíduos com o teatro? Para se odiarem (risos irônicos…)?

A sociedade riostrense precisa estar muito alerta sobre o que é noticiado na imprensa local, sobretudo sobre essa perspectiva da sociedade do aplauso. O último editorial do jornal do governo, o Resga… mostra que tudo saiu perfeito na festa de aniversário da cidade, que se o governo que está em seu último ano de mandato trouxe para Rio das Ostras artistas de renome internacional não é para as pessoas criticarem e sim, aplaudirem, já que se fossem estes, artistas menos conhecidos na mídia, haveria muito mais insatisfação. E assim, joga para o cidadão, o leitor um debate sobre o nível dos artistas da festa da cidade como se fosse este o principal tema a ser tratado por uma imprensa que se quer legítima e respeitada.

É claro que precisamos sim discutir a festa de aniversário de 20 anos de Rio das Ostras, mas sobre o prisma dos gastos públicos, não pormenorizando se queremos estar inseridos ainda na escolha dos artistas… se queremos ver cantores sertanejos ou se queremos jazz e blues goela abaixo. Contudo, antes de qualquer coisa, precisamos colocar em pauta o que essa festa significou e o que ela deixou de herança para o riostrense, para o comerciante local, para a economia da cidade.

Não fosse o histórico de superfaturamento de eventos na cidade – o que vivemos novamente este ano com a festa dos 20 anos de Rio das Ostras -, moradores e trabalhadores enfrentaram todas as consequências de uma cidade sem governança e sem infraestrutura. Rio das Ostras recebeu mais que o dobro de sua população durante os dias da festa da cidade, durante o feriado de Semana Santa, por exemplo, e ainda, os candidatos ao sexto concurso público da prefeitura. Sem estrutura, os visitantes e moradores assistiram a ineficiência deste governo, que, como disse o referente tabloide local, está saindo este ano do executivo. Está saindo e está deixando o que para os cidadãos riostrenses?

Deixa a notícia de que, no meio da festa toda, outra farra muito maior foi anunciada, mas esta não pelas páginas do tal jornal semanal de Rio das Ostras. Foram criadas quatro secretarias de governo no quadro da prefeitura, cujas mesmas irão demandar cerca de R$ 700 mil apenas em folha de pagamento à prefeitura no orçamento 2012. Por que será que sobre isso o jornal Resga… não fala?

Cidades feitas para serem comercializadas não estarão nunca voltadas para as causas sociais

Rio das Ostras tem características de uma cidade média. E qual a principal característica das cidades médias no Brasil, ou melhor, das capitais e cidades de economia emergentes brasileiras? Sua transformação em uma ‘cidade empresa’. E o que seria uma ‘cidade empresa’ e como isso funciona? Funcionada da forma como estamos vendo agora, por exemplo, nesse escândalo que envolve o governo do Estado do Rio de Janeiro com as empreiteiras Delta, Andade Gutierez, Odebrecht.

O poder público que gerencia a política de Rio das Ostras é uma agência de negócios voltada para os grandes interesses do capital e o cidadão é o último a ser comunicado das decisões neste cenário.

Nas ‘cidades-empresa’, prolifera-se a cidadania do aplauso: o indivíduo escolhe apenas momentos de prazer para se ‘unir’ e expressar sua cidadania, seu patriotismo, seu sentimento de pertencimento social, de ator social. Incapacitado de inserir-se amplamente nos ambientes onde os interesses políticos e sociais são discutidos, orbitam em torno destes e passam a aceitar naturalmente sua exclusão efetiva no âmbito dos debates de interesse público e coletivo. O indivíduo abre mão de exercer sua escolha, de se organizar e aprender a debater sua própria condição humana em sociedade.

Estamos vivendo um mundo de fantasia em Rio das Ostras, cidade onde já foram assassinados o primeiro prefeito, um vereador, um jornalista, um padre. Temos um número elevado de homicídios na cidade, não contamos com infraestrutura das polícias civil e militar e ainda assim, apoiamos a maneira como o modelo de segurança pública do Estado está sendo implantado na vizinha Macaé.

Não sou contra a implementação deste modelo de segurança, afinal ele propõe a ocupação para a pacificação, mas lembremos que precisamos estar muito atentos quando a palavra pacificação é colocada em contexto. Precisa-se estar muito quando atento caso ela vinha seguida de outra palavra: ocupação. Mas ainda que semanticamente estejamos diante de um ‘conceito’ paradoxal (o que não é paradoxal? A História é totalmente paradoxal!), insistimos no modelo padrão implantado pelo estado. O problema não são as ocupações das comunidades comandadas pelo tráfico, mas sim as milícias que se inserem nesses modelos de ocupação, que negociam diretamente com esses grupos. Sabemos que o tráfico não disputa cargos governamentais, mas a milícia sim. No meu entendimento este seria um dos maiores problemas do modelo de segurança pública pacificadora do governo Sérgio Cabral.

Voltando à sociedade do aplauso, precisamos atentar para que cidade queremos, mas precisamos saber anteriormente em qual cidade vivemos, qual sua história política.

Hoje em Rio das Ostras não sabemos ainda os nomes dos candidatos ao governo municipal, ainda que estejamos a poucos meses das eleições de outubro. Essa mesma imprensa que vende festas e comemorações não cita as denúncias graves que envolvem a administração do atual prefeito, nunca comentou, mesmo que de passagem, as mazelas deixadas à cidade pelo ex-prefeito, nem cita o que de real há por traz deste mistério que envolve o silenciamento dos nomes quem podem vir a concorrer este ano ao governo de Rio das Ostras. Apenas especulações e jogadas de marketing de esquina nada estratégicas sobre as benfeitorias do atual prefeito são publicadas em notinhas entre os releases da Secom da PMRO.

Não há crise interna na política riostrense, não há gente resmungando pelo leito derramado nos últimos quatro, oito, doze, dezesseis anos. A cidade continua nas mãos de um mesmo grupo político e a imprensa continua tentando enganar o cidadão que vota na cidade, que vive na cidade, que trabalha na cidade, que lê os jornais da cidade.

O cenário é dos mais inéditos na história da política regional se admitirmos o mais coerente, ou seja, não teremos uma disputa eleitoral em Rio das Ostras.

Leia e reflita sobre o conteúdo dos jornais de Rio das Ostras.

O Observatório da Imprensa colabora nesta análise. Vamos reinterpretar esse enunciado noticiado pelos jornais locais?

Conto com você nessa polifonia.


Jornal ou santinho? Distribuído agressivamente durante desfile de aniversário de Rio das Ostras, um jornal local antecipa campanha política na cidade

Um jornal local foi excessivamente distribuído durante o desfile de aniversário de Rio das Ostras, nesta terça-feira. Durante nossa estada na Av. Amazonas, local do desfile, percebemos que muitos, mas muitos mesmo, exemplares eram jogados no chão logo depois de serem entregues às pessoas por mocinhas nada simpáticas.

 

O dono de todas as bancas de jornal da cidade disponibilizou sua banca de jornal na mesma avenida para servir de ponto de distribuição e concentração dessas meninas que distribuíam o tal jornal.

De onde vem tanto dinheiro para a imprensa justamente em ano eleitoral?

O referente jornal saiu na última sexta-feira, dia 6 de abril, e provavelmente sairá amanhã também, ou seja, a empresa colocou (jogou) nas ruas da cidade três números do jornal na mesma semana.

O que mais me intriga é de onde está jorrando tanto dinheiro para esta mega produção jornalística, já que o comércio local não chega junto e para anunciar uma publicidade de míseros R$ 30, chora pra caramba!

Contratar uma equipe com profissionais da área como jornalistas, editores, revisores, colunistas, fotógrafos, ilustradores, diagramadores, secretários de redação, e a própria impressão do jornal, custa caro, e bem caro.

Político tentou fazer campanha antecipada

Vale outro destaque para este jornal excessivamente jogado goela abaixo dos presentes ao desfile de aniversário de Rio das Ostras: seu conteúdo. Vazio, o jornal apenas trouxe uma entrevista com o ex-prefeito da cidade, que mais uma vez aproveitou a ocasião para se auto exaltar. O que nos leva a pensar que estão usando o jornal como santinho de campanha política e o pior, antes do tempo.

Sinceramente, ter uma imprensa como essa é uma vergonha para nossa cidade!

Esteja atento ao que você lê nos jornais locais.

O Observatório da Imprensa Local está!

Rio das Ostras ganha um presente inesquecível nos seus 20 anos: Boechat arrebenta com prefeito e vereadores que aprovaram a criação de mais quatro secretarias de governo na cidade

Ricardo Boechat, conceituado jornalista da Rede Bandeirantes deu a nota que vocês ouvirão a seguir…

O fato: a criação de mais quatro secretarias de governo em Rio das Ostras.

Não esqueçamos que o jornal RJ News, do grupo do ex-prefeito Acebíades, fechou uma ‘parceria’ com a Band.

Agora… Boechat… logo você se servindo a isso?

Tá estranha essa parceria.

O Observatório da Imprensa local está de olho!